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Confira algumas dicas importantes sobre o mercado imobiliario e para buscar passar do sonho para a realidade.

DICAS EM DESTAQUE


  1. Pensando em financiar um imóvel? Avalie antes alguns pontos importantes.
  2. Principais modalidades de financiamento imobiliário no Brasil.
  3. O que se deve considerar ao se decidir por investimentos em imóveis.
  4. Conheça um pouco a respeito do que representa a herança e o inventário.
  5. Princípios básicos da opção de compra do imóvel por consórcio imobiliário.
  6. Dúvida: Compro o imóvel agora ou pago aluguel por mais um tempo?
  7. Construção da casa própria. Sonho bom ou pode se transformar em pesadelo?
  8. Já pensou em guardar dinheiro para comprar seu imóvel. O que pensar?
  9. Não sei se compro um imóvel usado em boas condições ou ainda na planta?

  1. Pensando em financiar um imóvel? Avalie antes alguns pontos importantes.


    Estipule um valor máximo até o qual sua família poderá escolher o imóvel;

    Certifique-se de que este valor de teto escolhido não ultrapasse 30% de sua renda total, conforme recomendam os especialistas;

    Não coloque sua estabilidade financeira em risco, tentando alçar voos acima do teto estabelecido;

    Esteja atento ao valor máximo da prestação que seu orçamento admite e analise criteriosamente os aumentos que serão impostos às mesmas, por conta do contrato de financiamento e pense se poderá ocorrer alguma defasagem entre os aumentos que sua remuneração receberá versus os que serão aplicados às prestações;

    Não esqueça também que quanto menor o valor financiado, menor será o montante referente aos juros que incidirão nas parcelas e seu imóvel sairá por um preço final menor;

    Faça simulações de financiamentos para ter certeza de que os valores das prestações não fugirão ao limite suportado por seu orçamento.

    Cabe ao corretor de imóveis, mesmo que naturalmente ansioso por fechar a venda, oferecer um imóvel de condições compatíveis com o perfil financeiro do interessado na compra. Alguns usam do poder de sedução que o sonho da casa própria exerce sobre os olhos e a mente de quem quer realizá-lo e oferecem propostas de imóveis acima do limite de sustentação do comprador, causando-lhe sérios problemas no futuro se o mesmo não conseguir saldar os pagamentos.

    Lamentavelmente, existem famílias que chegam ao limite da separação no relacionamento, motivada por desajustes financeiros ocorridos.

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  2. Principais modalidades de financiamento imobiliário no Brasil.


    Embora não seja a melhor opção a contração de um financiamento para compra de sua casa própria, sabemos ser muito difícil uma família de classe não rica, ter poder de compra de um imóvel sem se ver obrigada a recorrer ao financiamento.


    Exatamente para viabilizar (atenção com a certeza que este verbo tende a nos transmitir) a compra, criou-se o financiamento imobiliário que nada mais é do que um empréstimo. Novamente recomendamos cautela com o assunto pois o mesmo é revestido de uma série de questões, e bastante complexas, cuja dificuldade se não compreendida anteriormente à sua contratação, poderá se reverter em uma bela e duradoura dor de cabeça.


    Você não pode esquecer que terá de repor o dinheiro de volta ao banco e, afetado pelos encargos de atualização, mais juros e multa de mora em caso de atraso nas quitações das prestações. Ou seja, não só por sua quantidade por vezes preocupante, mas da mesma forma por seu valor, as prestações tornam-se o centro das atenções de um contrato de financiamento imobiliário, pois dependendo da sua regra de formação ela poderá crescer acima do limite suportado ao longo dos anos previstos para quitação do empréstimo.


    Dessa forma, conhecer a mecânica que existe por detrás de um financiamento ou empréstimo de uma instituição financeira, se assim preferir chamar, representa talvez a melhor arma que você poderá usar em sua defesa para atingir o objetivo de compra de sua casa própria.


    Entendido que você terá que remunerar ao banco, a cada mês, através de juros, por ter lhe emprestado o montante, além de devolver o valor principal é mais simples entender que a prestação é constituída dos juros e da amortização correspondentes na mesma ordem. Isto é, a amortização corresponde à devolução ao banco do valor que ele lhe emprestou e o juros é o banco lhe cobra por ter lhe emprestado o montante. Como a cada mês você amortiza sua dívida devolvendo uma parte do que ele lhe emprestou, os juros são cobrados sobre o montante que você ainda não devolveu, ou seja, cobrados sobre o saldo devedor.


    O financiamento imobiliário no Brasil, trabalha via de regra com três modalidades diferentes:


    Sistema SAC – Sistema de Amortizações Constantes

    Pelo fato das amortizações serem constantes, conforme já indicado pelo nome, o que varia são os juros e o valor das prestações vai diminuindo ao longo do tempo. As parcelas no início do pagamento são maiores e isso transmite sensação de segurança pois, eventuais imprevistos futuros pegarão você com a obrigação de pagar prestações menores e com saldo devedor menor. Como característica principal desta modalidade tem-se um montante menor pago a título de juros.


    Sistema Price – baseado na tabela Price

    Oferece sério risco de perda a quem tem seus ganhos atrelados a reajustes periódicos, se estes forem menores do a TR (taxa referencial). Assalariados, por exemplo que optem por esta modalidade podem ter sua remuneração defasada ao longo dos anos, com relação ao reajuste das prestações mensais afetadas principalmente pela alta dos índices de inflação. Ou seja, nesta modalidade as prestações e saldo devedor são reajustados normalmente com base na TR divulgada após o fechamento do contrato, por ser um índice pós-fixado. Não tem sido atualmente muito utilizada em contratos de financiamento aqui no Brasil pois sugere elevado nível de inadimplência.


    Sistema SACRE – Sistema de Amortização Crescente

    Podemos considerar uma mixagem entre os dois sistemas já comentados pois o valor das prestações também sujeito a reajustes pela TR, sobe até um determinado patamar projetado e, daí em diante, começam a diminuir. Sua característica é uma prestação inicial alta, reduzindo esse valor ao longo dos meses e, com isto, oferecendo menor risco de inadimplência à saúde financeira do devedor. O valor das amortizações vai crescendo, enquanto os juros por sua vez caem, em função do saldo devedor sempre diminuir.

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  3. O que se deve considerar ao se decidir por investimentos em imóveis.


    Tão sólida quanto uma boa construção civil, se efetuada dentro dos padrões legais e de normas técnicas da engenharia, é a certeza que temos de estarmos fazendo um bom investimento ao adquirirmos um imóvel.


    Não resta dúvida que assim como em outros segmentos de investimento, constituir uma carteira de ativos imobiliários requer cada vez mais habilidade e sabedoria. O momento certo de comprar ou vender, a localização, o nível do acabamento da construção, a aplicabilidade a ser dada ao imóvel juntos formam um cenário complexo de ser analisado por qualquer investidor, especialmente nos tempos atuais.


    Como regra universal do investidor, diversificar seus investimentos em uma carteira variada composta de bons ativos é tão fundamental para a vida de sua lucratividade como água o é para sua própria sobrevivência. Embora de baixa liquidez e pequena rentabilidade os imóveis ainda representam uma opção segura de investimento.

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  4. Conheça um pouco a respeito do que representa a herança e o inventário.


    É grande a ocorrência de situações onde herdeiros de um bem discordam com relação ao futuro daquele bem, quanto á sua venda, ou não. Em casos mais raros algum dos herdeiros residia no imóvel com o proprietário antes do falecimento deste último e, depois da morte se nega a sair. Não se desprezando a briga pelos interesses, esses desentendimentos seriam em menor escala se os envolvidos entendessem o básico a respeito da sucessão.


    De forma simples, podemos considerar as seguintes definições:

    Herança – como sendo a reunião de todos os bens deixados pelo falecido;

    Autor da herança – o falecido em questão;

    Bens – de forma geral podem ser caracterizados como de natureza móveis ou imóveis e até mesmo valores em espécie;

    Herdeiros – são aqueles que tem o direito de participar da divisão dos bens deixados, sejam os estabelecidos pela própria lei, conforme a respectiva cadeia de sucessão;

    Legatários – são aqueles citados em inventário a quem o falecido destinou algum bem específico;

    Inventário – é exatamente o instrumento através do qual, faz-se segundo os ditames da lei, a divisão dos bens deixados. É considerado ilícita a divisão dos bens sem o cumprimento deste procedimento, podendo em casos especiais mediante prévia autorização em juízo, haver a venda, divisão ou saque de valores em poder de bancos ou outras instituições financeiras;


    Decorrente do acima exposto, mediante as várias situações que podem ocorrer nesses casos, é bom ter-se em mente os seguintes pontos principais:

    • Um dos herdeiros que para cuidar em vida de seu pai ou mãe (ou ambos) tenha residido com eles no imóvel, mesmo que durante muitos anos, não tem o direito de permanecer automaticamente ocupando o imóvel após o falecimento deles, sem pelo menos pagar aluguel aos demais herdeiros. A não ser que os demais herdeiros assim concordem em unanimidade;

    • Aquele herdeiro que não concordar poderá exigir judicialmente a retirada, por força de lei, do morador ou o pagamento de aluguéis;

    • Caso o herdeiro ocupante do imóvel seja cônjuge do falecido, este tem a lei a seu favor dando-lhe o direito de permanecer residindo no referido imóvel, gratuitamente, sem que o mesmo possa ser vendido ou alugado a terceiros;

    • Somente o imóvel de moradia goza desta proteção. Caso haja outros imóveis a inventariar, esses estarão liberados para negociação;

    • Caso um ou mais herdeiros sejam contrários a venda de um imóvel liberado, os demais poderão exercer de seu direito de lei em vendê-lo, por meio de decisão judicial, após terem notificado sobre a intenção de venda e, terem aguardando a resposta dentro do prazo legal estabelecido para tal. Em não havendo tal resposta os interessados ingressarão com ação judicial através da qual o juiz determinará a avaliação e venda.

    • A lei estabelece que os herdeiros têm prioridade de preferência para comprar as partes dos demais, pelo preço da avaliação determinada pelo juiz;

    • Em não havendo interesse de compra por parte dos demais herdeiros poderá haver então um leilão para a venda, com posterior divisão do valor de venda e respectivas despesas do procedimento entre os herdeiros;


    Vale lembrar que o melhor caminho é um acordo consensual entre os envolvidos, o que reduzirá custos e tempo de solução, sem falar no aspecto de que com desavenças ou concordâncias entre si, o imóvel será vendido caso este seja o desejo de um ou mais herdeiros.

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  5. Princípios básicos da opção de compra do imóvel por consórcio imobiliário.


    A exemplo de consórcios de outros bens, dentre os quais os de veículos que são bastante conhecidos da população, existe também o consórcio de imóveis que embora pouco difundido apresenta bom grau de adesão.


    Semelhantemente aos veículos, no consórcio de imóveis o consorciado pode adquirir o bem tanto por sorteio como por lance. Existem consórcios até de aparelhos eletrodomésticos onde um grupo de pessoas se reúne e mensalmente cada uma paga a sua parte do valor atualizado de compra do bem em questão. Dessa forma o total arrecadado a cada mês equivale ao preço de uma unidade do bem que é imediatamente comprado e entregue ao vencedor do sorteio. Nessa modalidade popularmente chamada de Consórcio entre Amigos, devido aos baixos valores dos bens, não é aplicada a oportunidade do lance, mas somente a do sorteio.


    Para bens de valor mais elevado existe a figura da administradora de consórcio normalmente exercida por uma instituição financeira onde a cada mês o montante arrecadado é destinado à aquisição de pelo menos duas unidades do bem em questão, para dar vazão às oportunidades por lance e por sorteio. Ou seja, os consórcios nada mais são do que uma modalidade de autofinanciamento no qual o valor inicialmente definido quando da formação do grupo, servirá de base para a emissão da carta de crédito em nome do consorciado contemplado, seja por sorteio ou por lance vencedor (o maior deles em cada assembleia).


    Em função das regras contratuais aplicáveis o valor pago a título de lance vencedor poderá reduzir o valor das parcelas futuras do consorciado contemplado ou a sua quantidade de parcelas a vencer. Em outro artigo deste conjunto abordamos as questões de financiamentos imobiliários e os sistemas aplicados no cálculo das prestações. Ao contrário do crédito imobiliário, no consórcio não há o pagamento de juros, mas em contrapartida, o consorciado arca com o ônus de outros custos, como seguro, taxa de administração, e fundo de reserva.


    Esse conjunto de custos termina por formar o CET (Custo Efetivo Total) o qual deve ser objeto de atenção de todo indivíduo que deseja ingressar em um consórcio. Uma referência aplicada é considerar-se que o CET alcança, em média, cerca de 20% do valor do bem consorciado. E isso deve ser analisado antes da adesão ao consórcio. Apesar desses custos, as parcelas do consórcio tendem a ser menores, por serem isentas de alguns impostos conforme a legislação vigente à época.


    Deve ser ter em mente que a quantidade de parcelas é inversamente proporcional ao valor da prestação. Se você opta por comprar com mais meses para pagar a sua parcela terá um valor menor pois você está dividindo o valor do bem em uma quantidade maior de prestações. E vice-versa.


    Adquirir o imóvel através da modalidade de consórcio pode ser bom para quem não tem pressa de possuí-lo a exemplo de uma família que já vem poupando ao longo do tempo com objetivo de adquirir a sua casa própria. A possibilidade de compra de um segundo imóvel para a família, mesmo que não sob a premissa direta de investimento também faz da modalidade do consórcio uma opção aplicável.


    No caso de compra para investimento, um fator determinante é a análise de tendência do valor dos imóveis para o futuro. Se a tendência anunciar redução de preços para o futuro, você será beneficiado pois, quando contemplado, poderá adquirir um imóvel a preço relativamente mais reduzido. Mas não é fácil nem tão precisa esta previsão de futuro. O investidor ainda pode gozar de outro privilégio se já possuir reservas financeiras para logo de início fazer um lance agressivo, superior a 60% do valor do imóvel. Com fortes chances será contemplado com a carta de crédito e, daí poderá alugar o imóvel vindo a reduzir o desembolso futuro para pagamento das parcelas devido ao recebimento dos aluguéis. Dependendo do grau desta alavancagem o imóvel estará perto de se autofinanciar.


    O investidor não deve esquecer de considerar os contras nesta situação tais como não conseguir ser contemplado mesmo com lances na ordem de 60% ou, demorar a comprar / alugar o imóvel além de observar que se paga antecipadamente o proporcional da taxa de administração quando se paga o lance. Outro aspecto é deixar seu capital investido de forma segura a boa taxa de rendimento e adquirir o imóvel sem se descapitalizar. Além de poder usar o saldo do FGTS existem administradoras que admitem em seus contratos a utilização de parte do valor da própria carta de crédito ser utilizado para quitar o lance ao que se chama de “lance embutido”.


    As alavancagens são válidas, porém muito perigosas. Famílias ingressam em um consórcio imobiliário e depois de sorteadas, com a carta de crédito em mãos entram em uma espécie de delírio pela emoção da compra da casa própria e negociam com um banco, um financiamento para a compra de um imóvel mais caro. Vale lembrar que estão assumindo uma dívida adicional passando a ter a obrigação de quitação futura tanto das parcelas do consórcio como das prestações do financiamento à instituição financeira.


    Mas é bom que fique claro que não é possível utilizar-se da carta de crédito de um consórcio ainda não finalizado para dar entrada em um financiamento pois o mesmo bem não pode ficar alienado para consórcio e financiamento simultaneamente.


    Segue uma relação dos riscos e desvantagens que não costumamos avaliar quando ingressamos em um consórcio:

    Elevação do preço dos imóveis - subir mais do que a correção da carta de crédito. Isto representará incapacidade futura de adquirir o imóvel no padrão sonhado. Ambas as correções são anuais e com base no INCC, da Fundação Getúlio Vargas usado como fiel da balança nos custos da construção no Brasil. Se o mercado imobiliário se inflaciona e os preços dos imóveis ficam muito acima dos custos de construção quem adquirir o imóvel através da carta de crédito correrá o risco de alcançar a compra de um imóvel de um padrão inferior ao esperado. As taxas envolvidas no Custo Efetivo Total (CET) são caras se analisarmos sob a ótica de que além de as pagarmos não teremos remuneração pelos valores das prestações pagas.


    Análise de crédito – certifique-se de que não possui restrições em seu nome/cpf pois mesmo se contemplado você poderá não conseguir o seu imóvel através da carta de crédito. Nomes constantes de relações de inadimplência do Serasa e outros órgãos de análise creditícia terminam por não conseguirem aprovação junto às instituições financeiras. Nesse caso deverá limpar o nome e verificar se apresentação de algum fiador poderá ajudar no processo de liberação da carta de crédito. Se você for sorteado ao final do consórcio terá pago mais caro do que se tivesse juntado o dinheiro ao longo dos anos, aplicando-o no mercado financeiro. Alguns consórcios admitem parcelas mais baixas enquanto você não é contemplado com a carta de crédito. Muito cuidado pois o argumento de isca para fisgá-lo como cliente é que após contemplado você poderá comprar o imóvel, se livrando do aluguel, aumentando assim sua capacidade financeira de pagamento das prestações que então estarão mais altas.


    Portanto, toda prudência é pouca antes de ingressar em um compromisso dessa amplitude e seguem alguns pontos que devem merecer sua atenção:

    Avalie seu saldo de FGTS disponível e as condições e limites impostos pela legislação;

    Compare as taxas de administração cobradas pelas diferentes administradoras de consórcio;

    Confira pela internet se a administradora selecionada está credenciada e verifique também se ela consta dos sites de reclamações dos consumidores;

    Verifique se tem algum consorciado no grupo que deseja passar suas cotas. Caso ele tenha urgência, você poderá negociar com ele o total já pago e assumir os pagamentos futuros;

    Conheça os amparos que a lei lhe permite em casos de você comprar o consórcio e depois não conseguir pagar as prestações pela perda do emprego. Se tiver de passar a cota você mesmo deverá encontrar um interessado em pegá-la;

    Se quiser sair do consórcio e não conseguir ninguém para passar a cota você poderá esperar ser sorteada e pegar uma carta de crédito de valor correspondente ao montante que você já pagou, deduzidas eventuais taxas previstas em contrato. Assim a dívida deixará de existir.

    Não comprometa acima de 30% de sua renda com prestações de qualquer natureza, dizem os especialistas em finanças.

    Faça simulações de cálculos disponíveis em sites na internet e até mesmo com seu gerente de banco.

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  6. Dúvida: Compro o imóvel agora ou pago aluguel por mais um tempo?


    Apesar de não ser tão simples esta decisão, até porque envolve fatores emocionais que por vezes superam os racionais, a linha de pensamento deve começar pela resposta à seguinte pergunta: Quero pagar juros ao bando ou receber juros do banco?


    Visto sobre esse ângulo parece só haver uma resposta, mas não é bem assim. Quando o assunto envolve a realização do sonho de adquirir a casa própria somos inclinados a pensar um pouco menos ou até mesmo a não querer enxergar alguns pontos de risco da situação. E esse fechamento dos olhos à situação ainda é reforçado por frases que ouvimos várias vezes ao longo de nossa vida, tais como: aluguel é dinheiro que não retorna, ou é dinheiro jogado fora, assim por diante. Talvez a resposta mais equilibrada seja que pagar aluguel pode ser sim vantajoso, mas dependerá do tempo que você permanecerá pagando, do volume de recursos que você já dispõe para dar de entrada no financiamento, se o mercado imobiliário está praticando taxas elevadas de juros ou não, se você está convicto de que a fase de vida que atravessa, com relação à casamento, família, emprego ou remuneração dos negócios é favorável a você se acorrentar a um compromisso de longo prazo.


    São muitas as variáveis a serem contempladas. Se enquanto você estiver pagando aluguel você guardar a diferença entre o que pagaria de prestação de financiamento e o que paga de aluguel, aplicada e proporcionando juros você será capaz de adquirir um imóvel melhor ao final do período, mantidas sem grandes alterações as condições de preços do mercado imobiliário. Mas esta poupança requer antes de mais nada, muita disciplina. Afinal não é qualquer pessoa que consegue fazer o dinheiro trabalhar, para si, a seu favor, ao invés contrário, de trabalhar pelo dinheiro.

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  7. Construção da casa própria. Sonho bom ou pode se transformar em pesadelo?


    Já observou o brilho nos olhos de uma pessoa se você a pegar dizendo “na minha casa cada tijolinho está onde eu defini”. Pois é, esta é a tendência pois os proprietários ficam realizados não somente por ter uma casa própria, mas também personalizada desde o marco zero da construção. Na linguagem dos mais jovens, é pura emoção quando a obra termina.


    Mas, a experiência pode também ser desastrosa com gastos acima do normal, desperdício de materiais, quebra-refaz e aborrecimentos com a mão-de-obra atuante na construção. Até mesmo um planejamento financeiro mal desenvolvido poderá levar você e interromper a obra, o que apesar de uma alternativa a não lhe obrigar a contrair um empréstimo no banco, certamente lhe trará dissabores e complicações pois a mão-obra dispensada buscará colocação de serviço em outras obras, para não ficarem parados sem remuneração.


    Portanto, dimensione comedidamente a extensão financeira de sua obra versus a disponibilidade efetiva de recursos que você poderá aplicar na mesma, deixando margens de segurança reais.


    Outro aspecto é a correta seleção da mão-de-obra e nesse ponto não é suficiente limitar-se aos aspectos técnicos, mas também de confiabilidade e de dedicação. O sucesso pleno dessa obra depende em muito do grau de comprometimento da mão-de-obra atuante. Leve em consideração que você não disporá de todo o tempo do mundo para estar presente todos os, dias e pelo dia inteiro na obra acompanhando os serviços, mas mesmo assim esforce-se para acompanhar o máximo possível, pois isto lhe trará confiança e quem sabe poderá render-lhe alguma economia, se dispuser do tempo.


    A contratação de um arquiteto e até mesmo de um engenheiro são bem-vindas não somente pela importância do conhecimento técnico destes profissionais, mas também pelo efeito claramente notado a olhos nus em uma construção que contou com a participação deles em seu projeto. Isso poderá refletir não somente no aspecto do “gosto não se discute” mas inclusive no maior valor venal do imóvel que contou com um projeto criado e assinado por estes profissionais, em sua construção. É fácil identificar uma residência projetada por um arquiteto e outra por uma dona de casa. Na última o gosto geralmente é mais duvidoso e o espaço, mal dividido.


    Portanto, ter o imóvel projetado com "a sua cara" pode dificultar sua venda posteriormente. Por outro lado, o arquiteto tende a ter um gosto mais universal, o espaço é mais bem utilizado e os materiais escolhidos são mais adequados na execução da obra. Normalmente o bom gosto e o estilo são diferenças marcantes. Ou seja, paga-se um pouco mais caro pela obra, mas a compensação vem através dela mesma. Válido para qualquer profissão, recomenda-se que você pesquise a idoneidade e competência técnica dos profissionais a contratar. Tente identificar reclamações de clientes já atendidos pelos profissionais em tempos anteriores. Atenção com os impostos e taxas a serem recolhidos pertinentes à sua obra e mantenha-se informado se a construtora está cumprindo com as obrigações trabalhistas e de pagamento a fornecedores de tudo que seja referente à sua obra.

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  8. Já pensou em guardar dinheiro para comprar seu imóvel. O que pensar?


    Economizar é a palavra de ordem. O brasileiro costuma confundir endividar-se com estar investindo. Quando se contrai uma dívida o indivíduo está a pagar juros e quando se aplica um montante está a receber juros. Agem em sentidos opostos as duas situações. Portanto, uma forma primária de economizar é fugir-se de pagar juros, ou seja, ao invés de contrair uma dívida, invista dinheiro no mercado financeiro, e usufrua do retorno dos rendimentos a seu favor. E para comprar a casa própria, não precisa ser diferente. É possível formar uma poupança para a casa própria, respeitando algumas regras e em poucos anos alcançar a conquista do tão sonhado teto e, sem se meter em uma dívida por vezes astronômica, comprometendo parte considerável de sua renda.


    As tentações e facilidades oferecidas pelo comércio em geral para se comprar a prazo, criam um indutor que nos impede de sair de uma loja sem puxar o famoso cartãozinho da carteira e parcelar as compras. E sem perceberem já jogaram fora uma oportunidade de economizar e já caíram na armadilha dos juros embutidos no preço oferecido Habitue-se a comprar aquilo que você tenha o suficiente para pagar à vista, sem gerar dívidas ou crediários. Solicite descontos, com o dinheiro vivo na mão você inverte o poder de sedução. Economizar inclusive reduz a sua incapacidade de reagir perante eventuais imprevistos comuns de surgirem em nosso dia a dia tais como gastos extras com doenças, reparos automotivos, eventos inesperados, etc... Dinheiro se guardado e ainda aplicado serve como eficaz antídoto contra assumir dívidas.


    Saiba escolher a oportunidade certa para investir na compra da sua casa própria. Não se precipite em que sair do aluguel a qualquer custo. Compare juros da dívida que assumirá na compra do imóvel com o que poderá auferir de rendimentos da aplicação se adiar a compra por alguns meses e continuar a pagar aluguel neste período. Isto porque os reajustes dos aluguéis estão convidativamente mais baixos que os juros cobrados pelas instituições financeiras. Dessa forma você juntará mais dinheiro o que significará dar uma entrada de maior valor, financiar um montante menor e arcar com total de juros menor, em função disso. Pense nisso!

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  9. Não sei se compro um imóvel usado em boas condições ou ainda na planta?


    Quem casa quer casa. Não há como negar que esta máxima popular tem tudo a ver com o sonho da casa própria. Mas porque também não sonhar dizendo que quem quer casa, quer casa nova. Daí tem-se a essência do debate entre adquirir-se um imóvel usado ou na planta. A balança tenderá para um dos dois lados dependendo qual sejam os valores de compra de cada um, a diferença em acabamentos, pois o imóvel usado pode ter sido reformado a área construída, pois imóveis novos tendem a ser menores do que as construções mais antigas. Se o imóvel usado não sofreu reformas, há de se ficar atento para a necessidade de se fazer obras e principalmente aquelas “ocultas” referindo-se às instalações elétricas e hidráulicas já desgastadas.


    Em se tratando de apartamento, estas poderão ser extensivas ao prédio o que afetará então o valor do condomínio. O fato é que a compra de um imóvel novo tende a gerar um desembolso mais elevado para o comprador, mas em contrapartida tende a melhor atender às necessidades da família, porquanto deverá dispor de tecnologias modernas acessíveis tais como TV a cabo, internet já embutidas, portões automáticos e, talvez até uma quantidade maior de vagas de garagem. Quanto mais recente for a construção do edifício e maior for a quantidade de vagas por apartamento, mais caro será o apartamento. O que parece desvantagem, para uns transforma-se em vantagem.


    Se por qualquer motivo a pessoa não possui ou não é usuária de carro, poderá pagar mais barato comprando um apartamento de construção mais antiga, normalmente sem vaga de garagem. Sob o olhar do investimento um imóvel novo tende a se valorizar mais do que um imóvel antigo em situações normais de mercado. Exceção à regra poderá ocorrer em situações específicas de bairros submetidos à uma forte revitalização, como é o caso da região portuária da cidade do Rio de Janeiro, com o projeto Porto Maravilha. Por outro lado, adquirir um imóvel na planta pode lhe proporcionar promover alterações básicas de acabamentos, a um custo menor negociando com a construtora / incorporadora como também vir a ter uma boa vantagem financeira caso o preço do imóvel suba durante a obra.


    O risco maior reside na possibilidade de a empreiteira não concluir a construção. Para minimizar esta chance pesquise antes sobre a idoneidade das empresas envolvidas no projeto, construção e incorporação do imóvel. Um imóvel na planta poderá sair por um preço cerca de 20 a 25% mais barato, porém você deve levar em consideração em sua análise financeira, a possibilidade de ocorrer atraso na entrega da obra e, você por conta disto, ter que pagar mais alguns meses de aluguel, por exemplo, do imóvel que está ocupando antes de mudar-se para o que comprou.

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